Jorge Ben Jor

A violonista Mayara Amaral, de 27 anos, saiu de casa atrasada na tarde de 24 de julho. Vestiu-se às pressas — camiseta regata azul, calça jeans rasgada na altura do joelho e os tênis All Star pretos de cano curto que não tirava dos pés.

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Em um bairro próximo dali, o baterista e técnico em informática Luís Alberto Bastos Barbosa, de vinte e nove anos, com quem Mayara vinha se encontrando havia 3 meses, bem como se arrumava pra sair. Ele iria a um bar pra consumir com amigos e Instrumentos Musicais Na Grécia Antiga .

Os 2 haviam combinado que às 22 horas, depois do ensaio, Mayara o apanharia lá. O fim deste encontro veio a público menos de 24 horas depois, quando o corpo sem existência da violonista foi achado às margens da Rua MS-080, pela região norte da cidade.

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Estava quase todo carbonizado e apresentava perfurações pela cabeça. No dia seguinte, Luís Alberto foi preso. Com ele, foram detidos dois amigos que a polícia surpreendeu com o Gol de Mayara — Anderson Sanches e Ronaldo da Silva Olmedo, chamado de Cachorrão.

  • 30/11/2008 13:43 Naiara Silva naiara_adm@yahoo.com.br
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Pela entrevista dada a Acesse, pela quinta-feira passada, Luís Alberto admitiu ter ido só com Mayara ao motel e desferido, ele próprio, os golpes de martelo que tiraram sua vida. Mostrou que só procurou Cachorrão e Anderson no momento em que a violonista neste instante estava morta.

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Queria se livrar do carro da jovem e pediu que Anderson o levasse ao Paraguai. Nas frases do assassino afirmo, o crime ocorreu visto que um rompante de raiva que o acometeu depois de uma discussão. Luís Alberto diz que de imediato estava embriagado no momento em que chegou ao motel com Mayara — no botequim a que havia ido antes, consumira sozinho o equivalente a uma garrafa de vodca. Durante a noite, relatou ter cheirado cocaína e continuado a beber, dessa vez cachaça.

A discussão começou já que Luís Alberto se irritou com a forma como Mayara teria se referido à jovem com quem o baterista namora há 7 anos. Ensandecido, ele falou ter pego o martelo que carregava na mochila e acertado 3 vezes a cabeça de Maya­ra. Luís Alberto, que é usuário contumaz de cocaína, reconhece que carregava a ferramenta para se proteger.

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“Não foi O lançamento Europeu Foi Fortemente Atrasado , a mochila estava aberta pela cabeceira da cama e o cabo estava de fora. Foi uma etapa de fúria”, falou o assassino. Ao constatar que Mayara estava morta, ele limpou o sangue do quarto e deixou o motel pela manhã do dia seguinte.

Luís Alberto conta que tentou enterrar o corpo da violonista em um terreno baldio próximo de sua casa, porém o solo pantanoso impedia que o cadáver ficasse inteiramente submerso. Foi deste modo que decidiu atravessar em um posto de gasolina, comprou 5 litros de álcool e foi para uma área de pasto numa região conhecida como Inferninho. Umedeceu o corpo de Mayara com o combustível, espalhou o líquido em redor Aprenda 64 Batidas E 33 Ritmos incêndio e acendeu o fósforo. No mesmo dia em que ateou fogo ao corpo da jovem, trocou mensagens de WhatsApp com a mãe de Mayara, que àquela altura já se preocupava com o desaparecimento da filha.

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